Conto V: dominação na praia


Janeiro de 2021, época de férias na praia, sol, mar e aquele calor que tanto amo. Meus melhores dias não fosse a saudade que sinto do meu Dom, meu amor, pois este ano resolvi emendar o recesso de final de ano com os 30 dias de férias da instituição na qual trabalho. Dias curtos para curtir todas as belezas do lugar que escolhi para descansar e me divertir, mas dias longos quando a saudade aperta e o corpo inteiro reclama a presença Dele.

Mas num dia de chuva fina recebo uma mensagem que alegrou meu coração, fez meu corpo todo vibrar e minhas pernas amolecerem: - Estou chegando na cidade. Me encontre na prainha às 18h, quero usar minha cadela.

Era o meu Senhor, o Dono de meus desejos me dando ordens e, como já eram mais de 16h, tive que agilizar os preparativos para encontrá-lo.

- Senhor, o que devo usar?

- Um vestido leve e mais nada. 

- Entendi, meu Senhor.

"Mais nada" significava isso mesmo, sem calcinha nem soutien e completamente depilada, pois meu Dom gostava de sua propriedade bem lisinha e cheirosa. Entrei no banho e iniciei a higiene de costume e a depilação cuidadosa para não deixar uma dobrinha sequer de fora. Lavei meus cabelos e usei o secador para deixá-los lisos e brilhantes. Pensei na chuvinha fina lá fora e pedi ao Universo que ela parasse e parou pouco antes de eu sair para encontrá-lo. Sai de casa 30 minutos antes da hora marcada apesar de levar uns 15 minutos até lá, mas eu gostava de chegar antes. No corpo um vestido de comprimento médio, branco com estampa floral de vários tons de azul e pequenas folhas verdes, o tecido de algodão dava leveza e movimento, um recorte logo abaixo do busto ajudava a modelar os seios valorizados pelo decote em "V" e pelas alças finas sobre os ombros. Nos pés uma sandália de borracha branca, que retirei ao pisar na areia fina e caminhei descalça por uns 50 metros até a trilha de pedras que dava acesso à prainha. Fiquei ali olhando o mar por algum tempo, depois analisei o ambiente deserto em virtude da chuva que caiu durante a tarde e por ser início de noite, além disso o local era de difícil acesso e pouco frequentado. Estava imersa em pensamentos quando ouvi a voz dele atrás de mim: 

- Não se vire ainda. Tire o vestido lentamente, vadia. Ordenou com sua voz rouca e sedutora. 

Retirei uma das alças do vestido, depois a outra, apertei os seios excitada e fui deslizando o tecido pelo corpo bem devagar num movimento sensual, contornando a cintura, os quadris e coxas, na altura dos joelhos soltei-o por completo e este caiu sobre meus pés.

- Isso mesmo safada... meu pau já está duro e latejante, minha puta. Feche os olhos.

Obedeci e ouvi o barulho já conhecido da corrente batendo na fivela da coleira de cadela que ele usava para me dominar. Logo senti a pressão da coleira de couro ao redor do meu pescoço e o puxão seguido da ordem para eu ficar de quatro e baixar a cabeça sem abrir os olhos. Suas mãos acariciaram minhas faces antes da sequencia de bofetadas e a ordem para eu beijar suas mãos e agradecer. Obedeci e Ele levantou meu queixo, mandou eu abrir os olhos e a boca, estava de joelhos na areia com o cacete na minha cara e pude sentir seu cheiro de macho, coloquei a língua para fora e Ele meteu seu pau duro e grosso até a garganta como era de costume. Fodia e gemia baixinho de prazer enquanto eu babava e umedecia a minha buceta de tesão.

- Puta gostosa, mama teu dono. Assim, vadia, mama teu macho. Falava enquanto fodia minha boca, metendo fundo na garganta até eu não conseguir mais respirar, então retirava o pau babado e me presenteava com bofetadas ardentes. As lágrimas escorriam por minhas faces e Ele sorria satisfeito com minha dor. Puxou meus cabelos, retirou o pau e mandou eu lamber a baba e deixá-lo limpinho. Depois guardou-o dentro da calça e me puxou pela coleira até um local bem próximo cercado de árvores e arbustos, andei de quatro na areia como uma cadela guiada pelas mãos de seu dono. Sentia a pressão da coleira em minha garganta, meus joelhos era castigados pelas pedrinhas minúsculas da areia grossa e meu olfato captava o cheiro da vegetação úmida e do ambiente quente. Chegando no local escolhido recebi as deliciosas e ardidas palmadas nas nádegas, que me excitavam a ponto de eu sentir a buceta se alargar e inchar. A pulsação provocada pela necessidade do toque que me faria gozar era enlouquecedora.

- Não vou maltratar muito essa bunda para que tu possas usar biquíni amanhã, mas tenho outras dores para teu prazer.

E, dizendo isso, meteu um plug anal grande de borracha com força no meu ânus e, apesar do gel lubrificante, entrou rasgando dolorido e ao mesmo tempo gostoso. Soltei um gemido alto e recebi uma bofetada forte. - Quem deixou gritares, cadela? Estamos num ambiente aberto, não deves gemer. Falou visivelmente bravo e eu apertei os dentes nas próximas bofetadas.

- Assim sim, essa é minha putinha obediente. Vais ganhar meu cacete pra mamar como prêmio. Chupei aquele pau gostoso e melado com o tesão do Dono e quanto mais eu chupava mais ele me batia e mais tesão eu sentia.

Minha buceta já estava em brasas e pulsava pedindo as estocadas do pau grosso do Dono. Mas Ele não iria me foder ainda, ao invés disso me puxou pela coleira até eu ficar em pé, mal conseguia respirar com a pressão da coleira apertando minha garganta, mas Ele sabia o que fazia e relaxou a pressão assim que fiquei de pé. Encostou-me numa árvore, prendeu meus braços a ela com uma corda e amarrou meus pés mantendo as pernas bem abertas. A imobilização sempre me deixava enlouquecida de tesão pelo fato de eu não ter como me defender e ficar a mercê da vontade do Dom. Mas Ele não parou por aí, retirou uma tira de tecido preto da mochila e vendou meus olhos. A adrenalina provocou um pequeno orgasmo, que senti escorrer por minhas coxas. Ele abriu  os lábios da buceta e deu uns tapas em meu clitóris entumecido, enfiou dois dedos dentro de mim, melecou e friccionou o cliróris com vigor, mas quando eu estava quase gozando Ele parou. Supliquei baixinho, imporei para Ele continuar, pois já estava sentindo a dor do orgasmo interrompido  e precisava gozar para aliviar. No entanto, meu Dom é cruel e não permitiria que eu gozasse até Ele estar satisfeito. Colocou prendedores em meus mamilos e voltou a esfregar meu clitóris, parando quando eu estava prestes a gozar.

- Está doendo, vadia? Perguntou sacudindo os prendedores.

- Sim, Senhor. Respondi baixinho e gemendo de dor.

- Ótimo! E a buceta dói por não poder gozar?

- Sim, Senhor.

- Maravilha, minha puta. Vai doer um pouco mais, vou te torturar até eu cansar. Dizendo isso me amordaçou e seguiu esfregando meu clitóris e fodendo a entrada da minha buceta com os dedos. 

Algum tempo depois eu chorava em agonia quando Ele retirou os prendedores dos mamilos e soltou as cordas que prendiam meus pés. Me enlaçou pela cintura, colocou minhas pernas em seus ombros - Ele é um homem forte e musculoso - e socou o pau com força dentro de mim. 

- Toma, minha puta, sente meu cacete grosso te fodendo. Vou te arrombar. Agora podes gozar, vadia. Querias teu macho te fodendo, então aproveita e goza. 

- Meu Senhor, tua puta vai gozar no teu cacete. Gemi e jorrei meu líquido quente no pau do Dom. Agora eu chorava de prazer, meu corpo era sacudido por fortes espasmos.

- Isso mesmo, bem assim que eu gosto. Estás no ponto pra me dar teu rabo de cadela. E, dito isso, retirou o plug e lambuzou minha raba pra entrar fundo no meu cuzinho apertado. Socou tão forte e rápido que jorrei outra vez, dando sequência ao primeiro orgasmo. Mal conseguia conter os gritos de prazer sufocados pela mordaça. 

Fodeu sem dó o meu rabo de puta e a cada estocada minha buceta jorrava de prazer. Ficamos alguns minutos fodendo assim até Ele me soltar e retirar a mordaça e a venda dos olhos.

- Fica de joelhos e mama teu macho bem vadia. 

Peguei o pau duro,  grosso e latejante do Dom e coloquei na minha boca. Mamei gostoso, esfregando a língua na cabecinha lisa. Ele gemia baixinho e me xingava, fodia minha garganta e retirava o pau pra bater na minha cara. Comecei a lamber o pau, descendo até as bolas e chupando o saco com elas na boca. Depois comecei a chupar a cabecinha do pau, pressionando com os lábios.

- Isso, cadela, boquinha de veludo no pau do macho.

Alternei a pressão entre leve e forte, contornei a glande com a língua e fiquei brincando num entra e sai até ouvir a macho sussurrar que iria gozar.

- Puta vadia, vou gozar na tua boca. Toma o leitinho do teu macho.

E, dizendo isso, Ele gozou forte. Senti sua porra se espalhar em minha boca e escorrer até a garganta. Engoli a seiva doce e quente. Mamei delicadamente a vara até que meu Dom parasse de gemer. Limpei o pau e Ele me abraçou e beijou minha testa.

- Minha cadelinha gostosa. Te quero... como te quero.

Nos vestimos e fomos para a beira da prainha e ali ficamos sentados na areia, olhando para a imensidão do mar e brindando nosso amor com um espumante gelado, que Ele havia levado numa bolsa térmica.


4 comentários:

  1. Um cenário que enriquece o conto! Cada vez mais detalhado, misturando a ação e as sensações em sincronia! A percepção de tudo que envolve sexo em um lugar aberto foi de uma sutileza ímpar! Estás conseguindo estender os textos sem deixar de instigar o leitor! Maravilhoso!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Caro leitor,
      Minha evolução na narrativa tem a influência de comentários como os seus.
      Grata pela colaboração.
      Abraço

      Excluir
  2. Minha amiga, minha saudade de você é imensa... Leio os seus textos e revivo cada momento... eskaravelho2020@gmail.com

    ResponderExcluir

Sussurre e responderei o mais breve possível. Abraço cordial

As mais visitadas